quinta-feira, 13 de agosto. 2020

Caso ainda não se tenha notado pelo cabeçalho, estou quase a acabar de reler (ou re-re-re-re-re-re-re-re-re-reler, para ser mais exato) O Senhor dos Anéis, desta vez alternando entre o papel e o livro eletrónico.

Não sei se será o início do fim do Firefox, por isso estou a dar uma nova oportunidade ao Vivaldi. Sempre gostei deste grupo, desde os tempos iniciais do Opera e, sinceramente, a única coisa que me impede de usar como o meu browser principal é não ter uma vista de leitura decente no telemóvel. De resto adoro o modo como sincroniza tudo, em especial as notas, com encriptação do lado do cliente e continuo à espera da  integração com o correio eletrónico deles...

A carregar baterias. Literalmente, as das máquinas fotográficas. É incrível como o telemóvel me fez desleixar as minhas preciosas. É certo que o pequeno pedaço de plástico não é mau de todo, mas a experiência de espreitar pelo pequeno óculo/visor e a qualidade obtida parece-me ainda não igualada pelos pequenos invasores de privacidade.


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