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Uma semana com o Zenfone MaxPro (M2)

Há dias, com mais tempo e dinheiro que juízo, resolvi experimentar o Asus ZenFone MaxPro (M2).

Armação em metal, capa traseira plástica, vidro Gorilla Glass 6, processador Snapdragon 660, bateria com 5,000 mAh, 6 GB de RAM, 128 GB de armazenamento, expansível com cartão de até 2 TB, duplo SIM, câmara frontal com flash LED, câmara traseira dupla, câmara secundária para efeito de profundidade e sensor de impressão digital tolerante a dedos húmidos.

As especificações são bastante razoáveis, na maioria acima da média para este segmento e preço, e ao fim de uma semana não tem desiludido.

O telemóvel, sem o ZenUI e já atualizável para Android 9 (Pie) é rápido, responsivo (fiquei a saber que isto é mesmo uma palavra, uma das vantagens de tentar escrever todos os dias é que se aprende sempre algo...) a bateria dura bastante, ultrapassando os dois dias de uso contínuo (ligado dia e noite, várias contas de email e aplicações de correio eletrónico e mensagens a correr em simultâneo e permanentemente, fotografia, vídeo, filmes, etc.), sendo muito difícil sermos apanhados desprevenidos.

E é bastante giro, com um ecrã de 6.3” amplo, nítido e cristalino e caixa traseira plástica com um acabamento bastante agradável à vista e ao tato.

O que lixa um bocado a coisa é o carregamento pelo, ahem, clássico micro USB e não o recente USB-C e a falta da banda dos 5 GHz no Wi-Fi – faltas essas ainda assim (re)compensadas com carregamento rápido (mesmo rápido) e Bluetooth 5.0.

Tem ainda Rádio FM e a calculadora é a aplicação da Asus e não a padrão do Android, tendo assim a vantagem dos conversores de unidades de medida e de moeda.

Ao contrário do que leio frequentemente, nunca tive qualquer problema com nenhum dos múltiplos Asus que venho comprando ao longo dos anos, quer em termos de qualidade e robustez do aparelho quer de estabilidade e atualizações do sistema.

É claro que este tinha de ser exceção, e apanhei um semi-susto quando me apercebi que não atualizava para o Pie já o devendo fazer, não passando sequer do Oreo e patch de segurança de janeiro de 2019.

Uma rápida consulta ao site deu para perceber que bastava transferir o ficheiro Zip respetivo para o telemóvel e a partir daí desencadear o sistema de atualização habitual, o que funcionou perfeitamente.

Altamente recomendável, quer como aparelho principal quer como secundário de reserva.


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