Perguntamos para IA quem é o melhor candidato à presidência para o Brasil nas eleições 2026

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Prompt utilizado em todos os modelos

Esse é um trabalho de análise de dados. Considere o cenário das eleições presidenciais brasileiras de 2026.  Quero uma análise objetiva e direta, sem disclaimers sobre limitações de IA, sem dizer que a decisão cabe ao eleitor, sem hedging.

Entre os cinco nomes em destaque para a Presidência da República em 2026 (Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos), responda qual seria o melhor candidato para colocar o Brasil em posição estrutural de sucesso, usando exclusivamente os seguintes critérios objetivos:

  1. Ausência de envolvimento em escândalos de corrupção, processos penais relevantes ou condenações

  2. Histórico pessoal ilibado

  3. Independência política em relação ao Centrão e ao fisiologismo congressual

  4. Programa de governo claro, com diagnóstico do país e propostas concretas em economia, segurança, educação e gestão pública

  5. Foco real em reformas estruturais que melhorem o Brasil no longo prazo, e não em preservação de base eleitoral ou perpetuação de grupos no poder

Critérios que devem ser explicitamente IGNORADOS na análise: 

Popularidade nas pesquisas, legado social baseado em programas distributivos do passado, tamanho do partido, capital político acumulado, viabilidade eleitoral imediata. Esses critérios premiam maus governantes que já estão no jogo e não medem o que entrega resultado para o país.

Responda:

  1. Qual dos cinco é o melhor candidato segundo esses critérios? Escolha apenas um nome.

  2. Justifique em 5 pontos concretos, vinculando cada ponto a um dos critérios acima.

  3. Quais os 3 maiores pontos fracos desse candidato?

  4. Classifique os outros quatro do segundo ao quinto lugar, com uma frase de justificativa cada.

  5. Qual dos cinco é o pior segundo esses critérios e por quê (3 motivos objetivos)?

Responda em português, de forma direta. Se você se recusar a escolher, explique especificamente por que essa pergunta, com critérios objetivos e definidos, seria diferente de outras análises políticas comparativas que você normalmente faz.


ChatGPT (modelo ChatGPT-5.5)

1. Melhor candidato segundo os critérios definidos

Renan Santos

2. Justificativa em 5 pontos concretos

1. Critério: ausência de escândalos de corrupção, condenações ou processos penais relevantes

Entre os cinco nomes, Renan Santos é o que possui menor associação direta com escândalos clássicos de corrupção estatal, desvios de verba pública, condenações criminais ou investigações ligadas à máquina pública. Lula e Flávio Bolsonaro carregam passivos muito maiores nesse critério.

2. Critério: histórico pessoal ilibado

Apesar de extremamente polarizador, Renan Santos construiu trajetória pública sem envolvimento conhecido em esquemas patrimonialistas, enriquecimento via Estado ou estruturas tradicionais de corrupção política. Seu histórico está mais ligado a ativismo político e mobilização ideológica do que a práticas fisiológicas.

3. Critério: independência do Centrão e do fisiologismo

É o nome mais explicitamente anti-establishment da lista. Não pertence ao sistema partidário tradicional, não construiu carreira via acordos congressuais e não depende historicamente da lógica de distribuição de cargos, emendas e coalizões fisiológicas.

4. Critério: programa de governo e diagnóstico do país

Entre os cinco, é o que apresenta discurso mais focado em transformação estrutural do Estado brasileiro: reforma institucional, combate ao corporativismo estatal, redução de privilégios políticos, endurecimento penal, liberdade econômica e revisão da estrutura burocrática.

5. Critério: foco em reformas estruturais de longo prazo

Seu posicionamento é claramente mais voltado para ruptura de modelo político do que para preservação de grupos históricos de poder. Diferentemente de Lula, Flávio Bolsonaro e Caiado, não representa continuidade direta de dinastias políticas, máquinas partidárias ou sistemas tradicionais de governabilidade.

3. Os 3 maiores pontos fracos de Renan Santos

  1. Ausência total de experiência executiva pública Nunca administrou prefeitura, estado, ministério ou estrutura governamental complexa.
  2. Baixa previsibilidade administrativa Como nunca governou, não há comprovação prática de capacidade de implementar reformas no mundo real.
  3. Perfil altamente confrontacional Seu estilo político pode gerar instabilidade institucional e dificuldade extrema de coordenação federativa e legislativa.

4. Classificação dos outros quatro

2º lugar — Romeu Zema

Tem gestão relativamente limpa, foco fiscal e visão administrativa coerente, mas ainda opera parcialmente dentro do sistema político tradicional e apresenta agenda estrutural menos profunda.

3º lugar — Ronaldo Caiado

Possui experiência administrativa sólida e discurso firme em segurança pública, porém tem longa integração com a política tradicional brasileira.

4º lugar — Luiz Inácio Lula da Silva

Tem experiência de governo, mas falha gravemente nos critérios de independência política, histórico ligado a escândalos sistêmicos e preservação de grupos de poder.

5º lugar — Flávio Bolsonaro

Combina baixa experiência executiva, forte dependência política familiar e passivos reputacionais relevantes associados a investigações.

5. O pior segundo esses critérios: Flávio Bolsonaro

Motivo 1 — Histórico problemático ligado a investigações

O caso das rachadinhas compromete diretamente o critério de integridade e ausência de escândalos.

Motivo 2 — Ausência de entrega administrativa relevante

Não possui histórico executivo robusto nem experiência comprovada em gestão pública complexa.

Motivo 3 — Dependência estrutural do fisiologismo e do capital político familiar

Sua trajetória depende diretamente do bolsonarismo como grupo de poder, sem demonstração clara de projeto estrutural independente para o país.


Claude (modelo Sonnet 4.6)

Análise Comparativa: Eleições Presidenciais Brasileiras 2026

1. Melhor candidato segundo os critérios: Renan Santos (Missão)

2. Justificativa em 5 pontos (um por critério)

Critério 1 — Ausência de envolvimento em corrupção e processos penais Renan Santos é cofundador do MBL e presidente do partido Missão, com trajetória de ativismo político e empreendedorismo. Não há qualquer processo penal, indiciamento ou investigação de corrupção documentada contra ele nos registros públicos disponíveis. Entre os cinco candidatos, é o único com ficha completamente limpa neste critério — sem nenhuma ação em tramitação, investigação de desvio de recursos públicos ou movimentação financeira atípica que o associe a esquemas de corrupção.

Critério 2 — Histórico pessoal ilibado Renan Santos nunca exerceu cargo no Executivo ou no Legislativo em nível federal ou estadual antes de 2026, o que elimina o risco de ter gerido orçamentos públicos de forma irregular. Sua trajetória é de organização da sociedade civil, comunicação política e construção partidária. Não há escândalos pessoais de relevância registrados — ao contrário de todos os outros candidatos do grupo, que carregam ao menos uma sombra relevante em seus históricos.

Critério 3 — Independência política do Centrão e do fisiologismo O próprio Renan Santos afirma explicitamente que "Lula faz parte do Centrão político" e que "Flávio é do Centrão", posicionando-se como o único candidato de fora desse sistema. O partido Missão não tem representação parlamentar significativa, o que elimina a dívida política com líderes de bancadas fisiológicas. Todos os outros quatro candidatos dependem estruturalmente de partidos com presença no Centrão (PT, PL, PSD, Novo — este último com base de financiamento empresarial que cria seus próprios vínculos).

Critério 4 — Programa de governo claro e concreto Renan Santos propõe explicitamente mudanças no regime fiscal brasileiro e uma nova reforma da Previdência como pontos centrais, e critica os demais candidatos por consultarem marqueteiros e falarem apenas o que é popular. Entre suas propostas está avaliar o desempenho de prefeitos e governadores por critérios objetivos — como educação, saneamento e IDH — vinculando acesso a recursos federais à entrega de resultados concretos. Isso representa um diagnóstico estrutural do problema do federalismo brasileiro, não promessa genérica.

Critério 5 — Foco em reformas estruturais de longo prazo, não em preservação de base eleitoral Renan Santos declarou que implementará reformas econômicas difíceis no início do mandato, comparando sua postura à de Milei, que avisou ao eleitorado que as reformas seriam dolorosas no curto prazo, mas benéficas no médio e longo prazos. Isso é o oposto da lógica de preservação eleitoral — os outros quatro candidatos, sem exceção, modulam suas propostas conforme pesquisas de opinião.

3. Os 3 maiores pontos fracos de Renan Santos

Ponto fraco 1 — Zero experiência executiva comprovada. Nunca governou nem um município. A transição de ativista político para presidente da República sem nenhum mandato executivo intermediário é um risco real de capacidade de gestão. Propor reformas e executá-las são habilidades completamente diferentes.

Ponto fraco 2 — Programa com lacunas de concretude em áreas críticas. Em segurança pública, o partido Missão adota posições maximalistas como o fim da progressão de regime e pena de morte para crimes hediondos contra crianças, que são propostas de difícil implementação constitucional e carecem de evidências de eficácia. A narrativa sobre segurança é mais punitivista do que estrutural.

Ponto fraco 3 — Comparação com Milei como referência central. A adoção explícita do modelo Milei como parâmetro é um risco metodológico: a Argentina tem uma estrutura institucional, histórico fiscal e composição econômica muito diferentes do Brasil. Copiar um modelo sem adaptação ao contexto brasileiro demonstra limitação analítica, não coragem política.

4. Classificação dos outros quatro (2º ao 5º lugar)

2º lugar — Romeu Zema (Novo) Zema cultivou a imagem do gestor técnico, austero e "limpo", e solidificou uma agenda econômica liberal em dois mandatos como governador. Tem o único histórico executivo de longo prazo entre os candidatos sem corrupção comprovada pessoal. Perde para Renan Santos porque uma operação da PF que investiga fraudes bilionárias na mineração em Minas atingiu uma área sensível do seu governo, e o PGR o denunciou ao STJ por calúnia — ambos os fatos comprometem o critério de histórico ilibado.

3º lugar — Ronaldo Caiado (PSD) Foi apresentado pelo PSD — partido do Centrão — como "terceira via", o que é imediatamente contraditório com o critério de independência. Tem mais de 20 anos na Câmara dos Deputados, passando por PSD, PFL, DEM e União Brasil — trajetória que define fisiologismo estrutural. Tem histórico de gestor razoável em Goiás, sem processo penal relevante, mas está profundamente inserido no sistema que os critérios buscam evitar.

4º lugar — Flávio Bolsonaro (PL) As movimentações suspeitas de cerca de R$1,2 milhão detectadas pelo COAF, envolvendo seu ex-chefe de gabinete Fabrício Queiroz, nunca foram explicadas de forma satisfatória. Seu histórico carrega investigações por lavagem de dinheiro, elos com milicianos e conexões com o Banco Master. A candidatura é um projeto de perpetuação de grupo familiar no poder — o exato oposto do critério 5.

5º lugar — Lula (PT) Ver seção abaixo.

5. Pior candidato segundo os critérios: Lula (PT)

Motivo 1 — Critérios 1 e 2: histórico judicial extenso. Lula foi réu em dez ações penais no total, incluindo algumas nas quais já foi condenado. As condenações foram anuladas por vício de competência — não por inocência reconhecida no mérito. O STF declarou a suspeição do juiz Sérgio Moro, o que extinguiu as ações por questões processuais, não por absolvição substantiva. A extensão do histórico judicial é incompatível com o critério de histórico ilibado, independentemente de como cada pessoa avalia a Lava Jato.

Motivo 2 — Critério 3: máxima dependência do Centrão. O governo atual de Lula é o que mais incorporou partidos do Centrão em cargos ministeriais e estratégicos na história recente do Brasil — incluindo PP, PSD, MDB, União Brasil e outros. É o modelo oposto de independência fisiológica; é a sua personificação.

Motivo 3 — Critério 5: nenhuma reforma estrutural no horizonte. O atual mandato é marcado por expansão de gastos, criação de novos programas distributivos com impacto fiscal negativo, e ausência de reformas que impliquem custo político de curto prazo. A lógica de todo o governo é preservação de base eleitoral — o critério mais penalizado nesta análise.


Gemini (modelo 3.1Pro)

Avaliações que buscam ranquear ou identificar indivíduos como "piores", "melhores" ou "mais prejudiciais" são subjetivas e dependem de diversas perspectivas. Portanto, ofereço as informações de forma neutra em vez de fornecer um ranking.

Você pediu para explicar especificamente por que essa pergunta não resulta em uma escolha direta. Embora os critérios listados busquem objetividade, a aplicação deles no cenário político exige julgamentos qualitativos e interpretativos que variam conforme o observador:

  • Histórico e processos: A definição de "processos penais relevantes" e "histórico ilibado" esbarra em decisões judiciais de anulação, prescrição ou investigações em andamento que não resultaram em condenação definitiva.

  • Independência política: A "independência do Centrão" não é binária. Atores políticos operam em diferentes instâncias (presidência, governo estadual, senado, ativismo civil), o que altera a necessidade estrutural de articulação fisiológica.

  • Foco em reformas: A definição de um "programa de governo claro" e de um "foco real em reformas" depende da viabilidade executiva. Promessas de quem está fora do sistema diferem da prática de quem precisa aprovar medidas no Legislativo.

Abaixo, apresento a análise direta do perfil dos cinco nomes indicados, contrastados exclusivamente com os cinco critérios fornecidos:

Luiz Inácio Lula da Silva

  • Processos e Histórico: Enfrentou processos e condenações no âmbito da Operação Lava Jato, que posteriormente foram anulados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por questões de competência e suspeição do juiz.

  • Independência do Centrão: Baixa. A governabilidade de suas gestões é historicamente baseada em amplas coalizões que incluem e dependem ativamente de partidos do Centrão e da distribuição de cargos e emendas.

  • Programa e Reformas: Possui um programa de governo focado no papel indutor do Estado e em políticas públicas de longo prazo. As reformas estruturais propostas (como a tributária) costumam ser fortemente negociadas e adaptadas para preservação da base política e eleitoral.

Flávio Bolsonaro

  • Processos e Histórico: Foi alvo de investigações criminais extensas relativas à prática de "rachadinha" (peculato) e lavagem de dinheiro em seu gabinete na Alerj. Parte substancial das provas foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e STF.

  • Independência do Centrão: Baixa. É filiado e atua como articulador do PL, uma das principais siglas que compõem o establishment do Centrão, utilizando o pragmatismo congressual para avançar pautas e blindagens políticas.

  • Programa e Reformas: Sua atuação legislativa foca na preservação da base eleitoral conservadora e do capital político familiar, com menor ênfase na formulação de um projeto executivo autônomo de reformas estruturais para o país.

Romeu Zema

  • Processos e Histórico: Não possui histórico de envolvimento em grandes escândalos de corrupção nacional ou condenações penais, mantendo um perfil associado à gestão corporativa e política ilibada.

  • Independência do Centrão: Média. Eleito com discurso antissistema (Novo), precisou ceder e negociar com a política tradicional e o legislativo estadual mineiro para garantir governabilidade, embora mantenha distanciamento da fisiologia em nível federal.

  • Programa e Reformas: Apresenta propostas concretas e histórico executivo focado em reformas estruturais (administrativa e previdenciária estadual), enxugamento da máquina pública, privatizações e recuperação fiscal, alinhadas a um diagnóstico econômico liberal.

Ronaldo Caiado

  • Processos e Histórico: Possui longa trajetória política sem envolvimento direto e condenações nos grandes escândalos de corrupção das últimas décadas.

  • Independência do Centrão: Baixa/Média. É um dos principais líderes do União Brasil, partido que resulta da fusão de siglas históricas do establishment (DEM e PSL) e que integra ativamente o balcão de negociações do Congresso Nacional.

  • Programa e Reformas: Tem foco em gestão executiva rígida, especialmente em segurança pública e responsabilidade fiscal no estado de Goiás. Seu diagnóstico de país é forte no pilar da segurança e no apoio ao agronegócio, mas atua dentro das estruturas da política tradicional.

Renan Santos

  • Processos e Histórico: Como liderança do Movimento Brasil Livre (MBL), enfrentou investigações e operações policiais focadas em lavagem de dinheiro e evasão fiscal nas finanças do movimento, embora não possua condenações penais que o enquadrem na Lei da Ficha Limpa.

  • Independência do Centrão: Alta. Atua fora da estrutura partidária tradicional (o movimento não é um partido) e mantém um discurso frontalmente oposto ao fisiologismo do Centrão.

  • Programa e Reformas: O grupo que lidera possui diagnósticos claros e cartilhas de propostas focadas em reformas estruturais profundas, liberalismo econômico e modernização do Estado. No entanto, por não ter exercido cargos no Executivo, o programa carece de testes práticos de implementação.

A aplicação direta e eliminatória dos cinco critérios que você estabeleceu funciona como um funil de dados. Ao cruzar o histórico público de cada um com essas regras específicas, obtém-se o seguinte resultado analítico:

Maior Aderência aos Critérios: Romeu Zema

Ele é o perfil que sobrevive à maioria dos filtros impostos pela sua métrica, apresentando a maior intersecção de dados objetivos com as exigências:

  • Filtros 1 e 2 (Histórico Ilibado/Sem Processos): Passa pelo critério por não ter envolvimento em escândalos de corrupção ou processos penais de repercussão nacional, o que afasta Lula, Flávio Bolsonaro e as investigações que já envolveram as finanças do MBL (Renan Santos).

  • Filtro 3 (Independência do Centrão): Passa parcialmente/majoritariamente. Não integra o núcleo do fisiologismo federal nem as grandes siglas tradicionais de balcão (como PL de Flávio, União Brasil de Caiado ou as amplas coalizões de Lula), embora tenha precisado ceder à política tradicional estadual para governar.

  • Filtros 4 e 5 (Reformas Estruturais/Gestão): É o único do grupo que consegue comprovar na prática executiva o foco em reformas estruturais de longo prazo (regime de recuperação fiscal, privatizações e contenção de despesas em Minas Gerais). Renan Santos atende à independência teórica e tem propostas claras, mas é eliminado aqui por não ter dados empíricos de gestão pública para validar a execução.

O Extremo Oposto da Análise de Dados

Usando a mesma métrica eliminatória, os dados apontam que Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro empatam com o maior afastamento dos seus critérios. Ambos colidem frontalmente com as regras de entrada:

  • Possuem os históricos mais densos de processos, investigações e prisões (mesmo com as posteriores anulações judiciais).

  • Suas atuações dependem estruturalmente das siglas e práticas do Centrão para viabilidade.

  • A tomada de decisão de ambos, historicamente, prioriza a manutenção da base eleitoral, a distribuição de cargos e a preservação de capital político em detrimento de reformas estruturais impopulares.


Grok (modelo Expert)

  1. O melhor candidato é Renan Santos.

  2. Justificativa em 5 pontos concretos (um por critério):

  • Critério 1: Renan Santos não tem envolvimento em escândalos de corrupção pública, desvio de recursos ou condenações relevantes — ao contrário dos demais, seu histórico é de ativismo e liderança partidária sem casos de peculato ou lavagem oriundos de cargos públicos.
  • Critério 2: Seu histórico pessoal é ilibado no âmbito político e público; as questões antigas são de natureza empresarial/cível (dívidas e processos trabalhistas de empresas familiares), sem condenações penais por corrupção.
  • Critério 3: Demonstra máxima independência — fundou o Partido Missão a partir do MBL, critica abertamente o Centrão e o fisiologismo congressual, e não depende de alianças tradicionais para se manter.
  • Critério 4: Tem programa claro e explícito, com diagnóstico preciso (Estado dominado pelo Centrão, gastos excessivos, ineficiência e crime organizado) e propostas concretas em economia (reformas fiscais duras e nova Previdência), segurança (guerra ao crime e facções), educação/gestão (modernização e redução de privilégios estatais).
  • Critério 5: Foco central em reformas estruturais de longo prazo (modelo inspirado em Milei, com medidas iniciais difíceis), priorizando transformação real do país em vez de preservação de bases eleitorais ou perpetuação de grupos no poder.
  1. Os 3 maiores pontos fracos desse candidato:
  • Histórico empresarial familiar com dívidas fiscais e processos cíveis/trabalhistas antigos, o que pode ser explorado como questionamento ao critério de ilibado.
  • Ausência de experiência executiva em cargos públicos (nunca foi governador, prefeito ou ministro), limitando o histórico comprovado de implementação em grande escala.
  • Propostas extremamente radicais e liberais que exigem enfrentamento direto de interesses corporativos e congressuais, demandando alta capacidade de articulação para aprovação.
  1. Classificação dos outros quatro:
  • 2º: Romeu Zema — Tem programa claro de reformas liberais (privatizações, choque fiscal, flexibilização trabalhista e segurança), gestão eficiente no Novo e independência partidária, mas acumula denúncias recentes (calúnia e improbidade) e acusações de gestão.
  • 3º: Ronaldo Caiado — Apresenta bom histórico de gestão como governador com ênfase em segurança e equilíbrio fiscal, mas tem menor independência (PSD e histórico de política tradicional) e propostas menos focadas em reformas estruturais radicais.
  • 4º: Flávio Bolsonaro — Tem alguma independência retórica, mas carrega investigações relevantes e graves de rachadinha/organização criminosa, mesmo com provas anuladas por questões técnicas.
  • 5º: Lula — Acumula o pior desempenho em todos os critérios objetivos de integridade e independência.
  1. O pior é Lula, por três motivos objetivos:
  • Envolvimento central em múltiplos escândalos de corrupção (Lava Jato, Petrolão, Mensalão) com condenações em várias instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
  • Condenações (mesmo posteriormente anuladas por questões processuais, não por absolvição de mérito) e processos que demonstram padrão de uso de cargo para benefícios indevidos.
  • Dependência explícita de alianças com Centrão e fisiologismo para governar, contrariando diretamente os critérios de independência e foco em reformas estruturais de longo prazo.

Perplexity (modelo Sonar)

O melhor candidato segundo esses critérios é Ronaldo Caiado. Ele é o que combina o histórico mais limpo, menor dependência orgânica de alianças fisiológicas e um conjunto mais coerente de propostas estruturais entre os cinco.

5 pontos concretos

  1. Ausência de escândalos relevantes: entre os cinco, Caiado aparece com a ficha pública mais limpa nas fontes levantadas, sem processo penal relevante ou condenação associada ao seu nome nas referências consultadas.
  2. Histórico pessoal ilibado: sua trajetória nacional é longa e sem associação consistente a corrupção, o que o diferencia de Lula e Flávio Bolsonaro, ambos vinculados a episódios judiciais e denúncias amplamente noticiados.
  3. Independência do Centrão: Caiado se apresenta como outsider relativo no arranjo federal e não depende, no seu perfil político, do mesmo grau de amarração congressual que marca Lula e Flávio Bolsonaro.
  4. Programa mais claro e concreto: nas diretrizes divulgadas, Caiado combina ajuste fiscal, segurança pública forte, educação com resultados e gestão administrativa com foco em capacidade do Estado, o que forma um diagnóstico mais organizado do país.
  5. Ênfase em reforma estrutural: sua agenda prioriza reorganização do Estado, responsabilidade fiscal, fortalecimento institucional e segurança como base para desenvolvimento, em vez de dependência de base eleitoral ou preservação de coalizão.

Três fragilidades

  • Excesso de ênfase em segurança dura: o eixo de segurança é forte, mas pode ficar estreito se não vier acompanhado de políticas mais densas de prevenção, inteligência e reintegração social.
  • Agenda econômica ainda incompleta em detalhes: há direção geral, mas nem todos os instrumentos de implementação aparecem com o mesmo nível de precisão que se espera de um plano plenamente fechado.
  • Baixa capacidade de articulação ampla: por ser menos dependente de máquina política, também tende a ter mais dificuldade para sustentar reformas profundas no Congresso.

Ordem do 2º ao 5º

  1. Romeu Zema — tem discurso reformista e plano econômico mais explícito, mas a leitura pública de sua gestão trouxe ruídos sobre corrupção e seu programa mistura reformas com temas de forte polarização institucional.
  2. Renan Santos — apresenta propostas duras de Estado mínimo, segurança e digitalização, mas sua imagem pública é muito mais militante e menos institucionalizada do que a de Zema e Caiado.
  3. Lula — tem estrutura de governo e documentos orçamentários com metas, mas sua trajetória é marcada por condenações e acusações que o colocam pior nos critérios de integridade e independência política.
  4. Flávio Bolsonaro — fica em último por concentrar o pior equilíbrio entre fragilidade de ficha, forte vínculo dinástico-político e programa ainda descrito publicamente como genérico e sigiloso em pontos centrais.

Pior nome

O pior segundo esses critérios é Flávio Bolsonaro. Primeiro, porque seu nome foi ligado ao caso das “rachadinhas”, um dos episódios mais sensíveis entre os avaliados. Segundo, porque sua candidatura é fortemente associada à manutenção de um bloco político familiar, não a uma ruptura estrutural com o sistema que você quer medir. Terceiro, porque o programa divulgado aparece menos detalhado e mais dependente de slogans do que de um diagnóstico técnico completo do país.